Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2017 já tem seus finalistas

Cinebiografia de Elis Regina, dirigida por Hugo Prata, é a líder de indicações no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2017

Filme recordista em indicações na 16ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é "Elis", estrelado por Andreia Horta | Foto: Divulgação
Filme recordista em indicações na 16ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é "Elis", estrelado por Andreia Horta | Foto: Divulgação

A lista com os indicados em 24 categorias, para o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2017, cujos vencedores serão conhecidos no dia 5 de setembro, em cerimônia no Teatro Municipal, no Rio de Janeiro foi divulgada. O filme recordista em indicações na 16ª edição do prêmio é “Elis”, a cinebiografia da cantora Elis Regina. O longa-metragem de Hugo Prata, que é finalista em 12 categorias, recebeu recursos do Fundo Setorial do Audiovisual em sua produção. “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, é o segundo mais indicado (11), seguido de “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, com dez.

A premiação deste ano também prevê homenagens a Antonio Pitanga, considerado um dos maiores representantes do Cinema Novo e que participou de mais de 50 produções cinematográficas. Outra homenageada será a a atriz e diretora Helena Ignez, musa de Glauber Rocha e ícone do Cinema Marginal. Promovido pela Academia Brasileira de Cinema, o GP também terá menções ao centenário do grupo Severiano Ribeiro e à Cinemateca Brasileira, que receberá o Prêmio Especial de Preservação pelo trabalho de seu acervo, com cerca de 245 mil rolos de filmes.

Veja a lista completa dos indicados no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2017:

Melhor Filme de Ficção
“Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho
“Elis”, de Hugo Prata
“Mãe só há uma”, de Anna Muylaert
“Boi Neon”, de Gabriel Mascaro
“Nise – O coração da loucura”, de Roberto Berliner

Melhor Longa-metragem – Documentário
“Cinema Novo”, de Eryk Rocha
“Curumim”, de Marcos Prado
“Cícero Dias, o compradre de Picasso”, de Vladimir Carvalho
“Eu sou Carlos Imperial”, de Renato Terra e Ricardo Calil
“Marias”, de Joana Mariani
“Menino 23 – Infâncias perdidas no Brasil”, de Belisario Franca
“Quanto tempo o tempo tem”, de Adriana L. Dutra

Melhor Longa-metragem – Comédia
“BR716”, de Domingos Oliveira
“É fada!”, de Cris D’Amato
“Minha mãe é uma peça 2”, de César Rodrigues
“O roubo da taça”, de Caito Ortiz
“O Shaolin do sertão”, de Halder Gomes

Melhor Diretor – Ficção
Anna Muylaert, por “Mãe só há uma”
Afonso Poyart, por “Mais forte que o mundo – A história de José Aldo”
David Schurmann, por “Pequeno segredo”
Kleber Mendonça Filho, por “Aquarius”
Gabriel Mascaro, por “Boi Neon”

Melhor Ator
Caio Blat, por “BR716”
Chico Diaz, por “Em nome da lei”
Domingos Montagner, por “Um namorado para minha mulher”
Juliano Cazarré, por “Boi Neon”
Lázaro Ramos, por “Mundo cão”
Cauã Reymond, por “Reza a lenda”

Melhor Atriz
Adriana Esteves, por “Mundo cão”
Sophie Charlotte, por “Reza a lenda”
Julia Lemmertz, por “Pequeno segredo”
Glória Pires, por “Nise – O coração da loucura”
Andreia Horta, por “Elis”
Sonia Braga, por “Aquarius”

Melhor Ator Coadjuvante
Caco Ciocler, por “Elis”
Dan Stulbach, por “Meu amigo hindu”
Flávio Bauraqui, por “Nise – O coração da loucura”
Gustavo Machado, por “Elis”
Irandhir Santos, por “Aquarius”

Melhor Atriz Coadjuvante
Alice Braga, por “Entre Idas e vindas”
Andrea Beltrão, por “Sob pressão”
Laura Cardoso, por “De onde eu te vejo”
Maeve Jinkings, por “Aquarius”
Maeve Jinkings, por “Boi Neon”
Sophie Charlotte, por “BR716”

Melhor Roteiro Original
Afonso Poyart e Marcelo Rubens Paiva, por “Mais forte que o mundo – A história de José Aldo”
Anna Muylaert, por “Mãe só há uma”
Kleber Mendonça Filho, por “Aquarius”
Domingos Oliveira, por “BR716”
Gabriel Mascaro, por “Boi Neon”

Melhor Roteiro Adaptado
Paulo Gustavo e Fil Braz, por “Minha mãe é uma peça 2”
Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco, por “Big Jato”
Lusa Silvestre e Julia Rezende, por “Um namorado para minha mulher”
Neville D’Almeida e Michel Melamed, por “A frente fria que a chuva traz”
Walter Lima Jr., por “Através da Sombra”

Melhor Filme Estrangeiro
“A chegada” / “Arrival” (EUA), de Denis Villeneuve
“A garota dinamarquesa” / “The danish girl” (EUA), de Tom Hooper
“Animais noturnos” / “Nocturnal Animals” (EUA), de Tom Ford
“Elle” / “Elle” (França), de Paul Verhoeven
“Filho de Saul” / “Son of Saul” (Hungria), de László Nemes
“Spotlight – Segredos revelados” / “Spotlight” (EUA), de Tom McCarthy

Melhor Direção de Fotografia
Adrian Teijido, por “Elis”
André Horta, por “Nise – O coração da loucura”
Diego Garcia, por “Boi Neon”
Marcelo Corpanni, por “Reza a lenda”
Mauro Pinheiro Junior, por “Meu amigo hindu”

Melhor Direção de Arte
Clovis Bueno, Isabel Xavier e Caroline Schamall, por “Meu amigo hindu”
Daniel Flaskman, por “Nise – O coração da loucura”
Frederico Pinto, por “Elis”
Juliana Ribeiro, por “O Shaolin do sertão”
Juliano Dornelles e Thales Junqueira, por “Aquarius”

Melhor Figurino
Cássio Brasil, por “Reza a lenda”
Cris Kangussu, por “Nise – O coração da loucura”
Cristina Camargo, por “Elis”
flora Rebollo, por “Boi Neon”
Luciana Buarque, por “O Shaolin do sertão”

Melhor Maquiagem
Alex de Farias, por “Boi Neon”
Anna Van Steen, por “Elis”
Bruna Nogueira, por “Meu amigo hindu”
Cristiano Pires, por “O Shaolin do sertão”
Tayce Vale, por “Reza a lenda”

Melhor Trilha Sonora Original
Alceu Valença, por “A luneta do tempo”
Antonio Pinto, por “Pequeno segredo”
DJ Dolores, por “Big Jato”
Jaques Morelenbaum, por “Nise – O coração da loucura”
Otavio de Moraes, por “Elis”

Melhor Trilha Sonora
Alexandre Guerra, por “O vendedor de sonhos”
Bernardo Uzeda, por “Mate-me por favor”
Domingos Oliveira, por “BR716”
Mateus Alves, por “Aquarius”
Mauricio Tagliari, por “Mundo cão”

Melhor Som
Alfredo Guerra e Érico Paiva, por “O Shaolin do sertão”
Fabian Oliver, Mauricio D’Orey e Vicent Sinceretti, por “Boi Neon”
Gabriela Cunha, Daniel Turini, Fernando Henna e Paulo Gama, por “Sinfonia da necrópole”
Jorge Rezende, Alessandro Laroca, Armando Torres Jr. e Eduardo Virmon Lima, por “Elis”
Nicolas Hallet e Ricardo Cutz, por “Aquarius”
Paulo Ricardo Nunes, Miriam Biderman; ABC, Ricardo Reis e Paulo Gama, por “Reza a lenda”

Melhores Efeitos Visuais
Binho Carvalho e José Francisco; ABC por “Reza a lenda”
Eduardo Amodio, por “Aquarius”
Guilherme Ramalho, por “Elis”
Marcelo Siqueira, por “Pequeno segredo”
Mari Figueiredo, por “Mais forte que o mundo – A história de José Aldo”

Melhor Montagem – Ficção
Eduardo Serrano, por “Aquarius”
Fernando Epstein e Eduardo Serrano, por “Boi Neon”
Gustavo Giani, por “Meu amigo hindu”
Karen Harley; EDT por “Big Jato”
Tiago Feliciano; AMC por “Elis”

Melhor Montagem – Documentário
Alexandre Lima; EDT por “Curumim”
Gabriel Medeiros, por “Geraldinos”
Jordana Berg; EDT por “Eu sou Carlos Imperial”
Renato Vallone, por “Cinema Novo”
Yan Motta, por “Menino 23 – Infâncias perdidas no Brasil”

Melhor Curta-metragem – Ficção
“A moça que dançou com o Diabo”, de João Paulo Miranda Maria
“Constelações”, de Maurílio Martins
“E o galo cantou”, de Daniel Calil
“Não me prometa nada”, de Eva Randpolph
“O melhor som do mundo”, de Pedro Paulo de Andrade

Melhor Curta-metragem – Documentário
“A morte do cinema”, de Evandro de Freitas
“Abissal”, de Arthur Leite
“Aqueles anos de dezembro”, de Felipe Arrojo Poroger
“Buscando Helena”, de Ana Amélia Macedo e Roberto Berliner
“Índios no poder”, de Rodrigo Arajeju
“Orquestra Invisível Let’s Dance”, de Alice Riff

Melhor Curta-metragem – Animação
“Cartas”, de David Mussel
“O caminho dos gigantes”, de Alois Di Leo
“O projeto do meu pai”, de Rosaria Maria
“Quando os dias eram eternos”, de Marcus Vinicius Vasconcelos
“Tango”, de Francisco Gusso e Pedro Giongo
“Vento”, de Betânia Furtado
“Vida de boneco”, de Flávio Gomes

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