Corazones Muertos, que atualmente promove “Carnival Killers” (2017), surgiu na Argentina, continuou no Brasil, tornou-se parte definitiva da cena rock nacional e segue pelo mundo

Logo do Corazones Muertos

Ramones, New York Dolls, Sex Pistols, Hellacopters, Johnny Thunders, Turbonegro, The Clash e Rolling Stones. Essas são algumas das influências que o Corazones Muertos costuma se atribuir. E o resultado é um punk rock adrenalizado ao máximo. Em uma entrevista repleta de informações sobre a história da banda, que vão um pouco além da música, Joe Klenner, vocalista e guitarrista fundador, conta um pouco sobre sua trajetória pessoal, projetos passados e futuros – como o Inferno Club e uma futura cerveja “Corazones Muertos” -, além de refletir sobre a cena rock de antes e depois de ter chegado ao Brasil.

O que o levou a se tornar um músico de rock? E como aconteceu sua transição para o Brasil?
Joe Klenner: Eu sempre toquei música desde os 5 anos de idade. Comecei com o piano e sempre tive facilidade para tocar qualquer instrumento. Aos 15 e 16 anos tive um acidente e comecei a tocar a guitarra no hospital. Apaixonei-me pelo instrumento e, meses depois, já estava me enturmando com bandas de amigos. Daí para frente, não parei mais. Tive uma banda de hard rock nos anos 90 chamada Ball & Chain, depois toquei na lendária banda punk argentina Gatos Sucios e então formei o Corazones Muertos. Em 2005, fizemos a primeira de três turnês pelo Brasil com a banda e aí não voltei mais para a Argentina. Fiquei encantado com o Brasil e com o seu povo; acho um dos melhores e mais lindos países do mundo. Pena que muita gente que mora aqui não perceba isso.

Corazones Muertos | Foto: Ivan Shupikov

A proposta inicial era fazer um rock’n’roll/punk com as influências pessoais que tínhamos na época, mas tentando fazer o produto mais ‘argentinizado'” – Joe Klenner

Ainda sobre sua trajetória, é explícito que você não é um cara acomodado, participando ativamente da cena rock onde quer que esteja, compondo, gravando, fazendo shows e por aí vai.
Klenner: Na Argentina, toquei nas bandas que mencionei anteriormente mas, no Brasil, a lista é um pouco maior (risos). Fora os Corazones Muertos, que reformulei no Brasil faz uns quatro anos, eu toco o baixo com Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria já faz oito anos! É uma banda que eu amo, tanto pela proposta musical, adrenalina nos shows, mensagem das músicas e, o mais importante, o grupo humano que formamos. Somos uma grande família junto com os Corazones Muertos! É só coração pra todo canto! Com os Corações em Fúria, aprendi a conhecer o país viajando muito, tocando em vários dos mais renomados festivais, como o Lollapalooza, Vaca Amarela, e outros. Isso me ajudou muito pessoalmente e profissionalmente.

Consegue listar as bandas e projetos dos quais participou e participa, pontuando a particularidade de cada um e a importância em sua formação musical?
Klenner: Bem, na época em que entrei nos Corações em Fúria me encontrava tocando o baixo com o Bebeco Garcia, dos Garotos da Rua. Com ele aprendi muito, muito mesmo. Foi um dos melhores guitarristas com o qual já toquei… Foi como um pai pra mim. Lamentavelmente, ele nos deixou já faz vários anos. Até agora sinto muita falta dele e um vazio enorme quando penso nele. O estilo de blues/rock’n’roll dele era único. Melhor músico de lapsteel que teve o Brasil e um espírito punk como poucos. Toquei guitarra em varias tours no Brasil e na Argentina com o australiano Simon Chainsaw, e também gravei algumas músicas com ele. Eu curto muito o estilo dele e tocar com ele, já que me permite abusar da guitarra como eu curto! Seria como um estilo punk com solos à la Zakk Wylde. Adoro! Se ele precisar sabe que sempre pode contar comigo. Também tive um projeto chamado The R.I.P.’s com Marcos Motosierra, da banda Motosierra, nos vocais. Depois, quando ele decidiu sair da banda, entrou o Cadu Pelegrini no lugar dele. Chegamos a tocar com The Datsuns e fazer uma mini tour com L.A. Guns. O som da banda era animal… Chegamos a gravar um disco, que algum dia seguramente verá a luz. E outro projeto que eu lembro foi Madre, com a Vivian nos vocais, Roger Marx no baixo (também The R.I.P’s) e Flavio Cavichioli na batera. Gravamos quatro músicas, fizemos três shows e acabou. Foi tão rápido como as lembranças que temos dessa época (risos). Não estávamos muito bem da cabeça, para ser sincero. Fora isso, participei em gravações de muitas bandas como convidado, como Bastardz, Rock Rocket, City Rockers, Anjos dos Becos, The Psyclones… E, justamente semana passada, eu estava gravando em Nova York como convidado para uma música do novo disco de Jiro Okabe, em que o baixista vai ser CJ Ramone e tem o Alex Kane na outra guitarra. Também toquei guitarra ao vivo no Brasil com o TV Smith, do The Adverts, e baixo com Walter Lure, do Johnny Thunders & The Heartbreakers. Além disso, fiz participação em músicas com Matt Sorum e Kiara Rocks. Afora isso, o Corazones Muertos, em algumas oportunidades, foi a banda do Mickey Leigh, irmão do Joey Ramone, em shows em São Paulo. Ah, uma que vale a pena ressaltar é The Thunderclouds, um projeto com meu grande amigo da vida Eduardo Martinez, dos finlandeses The Flaming Sideburns. Com ele gravamos o disco “Hyena Planet Bites on You”, que será relançado nos próximos meses, depois de 12 anos, pela gravadora francesa Alive & Kickin’. E um tributo ao falecido Claude, vocal das bandas Smack e The Fishfaces, da Finlândia.

Sobre o Corazones Muertos, como surgiu e qual era a proposta inicial? O quanto os grupos de glam rock e punk dos anos 70 o inspiraram nas criações e até na estética visual da banda?
Klenner: O Corazones Muertos surgiu na Argentina em 2001. A proposta inicial era fazer um rock’n’roll/punk com as influências pessoais que tínhamos na época, mas tentando fazer o produto mais “argentinizado”. Éramos muito influenciados por bandas como Hanoi Rocks, The Dogs d’Amour, New York Dolls, Rolling Stones, Sex Pistols… Assim, nossa estética visual ia por esse caminho na época. Meio Gipsy Punk, para ter uma referência. Quando chegamos ao Brasil falavam que eu parecia uma árvore de natal pela rua, ou o cigano Igor (risos).

Do primeiro disco do Corazone Muertos, o EP “No Corras Más” (2001), até o mais recente, “Carnival Killers” (2017), quais foram as principais mudanças na sonoridade?
Klenner: Nossa, mudou muito, mas muito mesmo! A sonoridade é completamente diferente. Foi uma evolução natural, já que tem 16 anos de diferença e, nesse período, o Corazones Muertos ficou em stand by por quase oito anos. Aconteceram muitas coisas nesse ínterim e a minha visão e gostos musicais também mudaram bastante. Quando reformulamos a banda no Brasil, já sabíamos que a proposta seria diferente, até porque somos quatro indivíduos e cada um tem um papel fundamental dentro da sonoridade. Jeff, Cadu e o Arthur são 100% responsáveis da energia que tem a banda hoje em dia. Para resumir um pouco, a banda usa muito mais distorção da que utilizávamos na “fase argentina”, e isso dá uma sonoridade mais punk rock dentro do nosso rock’n’roll.

Corazones Muertos | Foto: Ivan Shupikov

Lamentavelmente, hoje a rua Augusta está longe de ser o ‘front do rock’ como costumava ser. Está mais para um circo de palhaços que para outra coisa” – Joe Klenner

Em virtude de você ter sido proprietário do Inferno Club, na rua Augusta, muita gente associa o Corazones Muertos à efervescência rock típica da região, bem como à própria rua. Não era nada incomum topar com qualquer um de vocês pelo Baixo Augusta – eu mesmo morei por alguns anos no quarteirão do Inferno e passei por você várias vezes, mesmo durante o dia. Vocês chegaram, inclusive, a gravar o clipe de “Death & Glory” andando pela Augusta. Em se tratando do Inferno, da Augusta ou de qualquer outro lugar que os integrantes do Corazones frequentem, quanto disso influencia diretamente nas músicas? Até onde estar permanentemente no “front do rock” afeta o processo de composição?
Klenner: A rua Augusta é nossa rua, foi nossa casa por anos. Nós estávamos lá todos os dias da semana, ensaiando, trabalhando, bebendo, tocando, fazendo de tudo…. A gente se sente como a banda da Rua Augusta, por assim dizer, como uma gangue (risos). Isso foi exatamente o que quisemos mostrar no vídeo de “Death & Glory”, que foi gravado em um take, fazendo o que fazíamos todo dia: descer a Rua Augusta para entrar no Inferno Club. Era nossa realidade diária. Como você falou, sempre iam encontrar alguém de nós lá no bar do Cacá, na frente do nosso Inferno. Logicamente, tudo isso influenciou muito nossos discos, músicas e nosso estilo de vida também, já que estar todos os dias da semana na rua Augusta acaba sendo um “estilo de vida”! Tudo isso também acabou afetando nosso processo de composição. Fizemos todas as músicas e demos no palco do Inferno Club. Lamentavelmente, hoje a rua Augusta está longe de ser o “front do rock” como acostumava ser. Está mais para um circo de palhaços que para outra coisa. Dá até vergonha se você pensa no que essa rua acostumava ser. Já não tem praticamente bares, casas de rock e nem espaços para tocar.

Aproveitando um pouco o gancho sobre o Inferno Club, que encerrou atividades após 10 anos marcantes na cena de São Paulo, tendo você vasta experiência em duas funções distintas, como músico e empresário da noite rock em uma metrópole, qual a sua avaliação sobre a cena musical como um todo?
Klenner: A cena musical, pelo menos no rock’n’roll, em São Paulo está uma grande bosta de merda, como falamos com os meninos da banda. Muitos lugares fechados e fechando… Isso é o reflexo do desinteresse das pessoas em apoiar a cena musical. Quando eu cheguei ao Brasil, eram muitas festas de rock praticamente todos os dias da semana. Todas lotadas, shows lotados… Era uma cena incrível, que influenciou muito a minha decisão de ficar aqui nesse país maravilhoso. Logicamente, as coisas mudam, mas nunca teria acreditado que chegaria ao ponto em que chegou hoje, onde tem mais valor fazer uma banda cover de bosta que se matar tentando mostrar um produto autoral e original. Tem muitas bandas de som autoral que mereceriam ter muito mais espaço, tanto na mídia como em lugares para tocar. Hoje em dia, os contratantes preferem chamar bandas cover que ficam copiando, e muitas vezes de um jeito vergonhoso, roupas e movimentos dos seus ídolos. Claro que tem bandas que fazem um trabalho muito profissional e destacável, e não estou generalizando e criticando as bandas tributo e cover, e sim os contratantes, que não abrem a cabeça para outra coisa que não seja isso e dão as costas para quem se lasca a bunda fazendo um trampo digno como banda autoral. Eu mesmo contratei e continuo contratando bandas cover para alguns dos meus eventos, como a festa GlamNation, mas sempre damos espaço e lugar para as autorais. E vale a pena ressaltar que as festas mais lotadas, na maioria das vezes, são as que têm bandas autorais!

O Corazones Muertos faz shows fora de São Paulo e até fora do Brasil, imagino que isso amplie ainda mais a visão da banda. Quais são os prós e contras de estar em contato com o público em diferentes lugares?
Klenner: Para os Corazones Muertos isso é algo muito positivo, já que nos permite ter uma visão mais global das coisas e do que está acontecendo em diferentes lugares. Isso nos permite trabalhar pensando também em outros lugares. Agora mesmo, eu estava respondendo umas entrevistas para umas revistas espanholas; na França vão editar a gente num disco tributo à banda Smack da Finlândia, com um monte de bandas e artistas que foram influência nossa e outros mais novos. Já fizemos duas turnês na Argentina. Em Buenos Aires, a cena underground nesse momento é muito maior que em São Paulo, mas todas as bandas reclamam do abuso que sofrem por parte dos contratantes, que exigem, na sua maioria, que vendam ingressos para tocar. Ou seja, cada lugar tem seus prós e seus contras, e está em cada um aproveitar isso da melhor forma possível. Nosso próximo passo agora é invadir a Europa! Estamos planejando ir para lá no final do ano ou começo do 2018, dando prioridade para a França e Espanha e depois indo para outros países. Vai ser uma experiência fudida, estamos muito ansiosos!

A formação atual conta com você (vocal e guitarra), Cadu Pelegrini (guitarra), Arthur Cocev (baixo) e Jeff Molina (bateria), mesma da banda que acompanhava a vocalista Dizzy Queen. Já pude assisti-los mais de uma vez na rua Augusta e os shows sempre me parecem tão divertidos para vocês quanto para o público. Como funciona a química da banda ao vivo? Acreditam que conseguiram passar essa mesma energia no novo álbum de estúdio, “Carnival Killers”?
Klenner: Nossa, a gente se diverte muito. Temos uma química muito boa e somos muito sinceros também nos shows. O que você assiste e o que tem no dia, sem meias voltas. Gostamos fazer shows explosivos com muita energia e o mais importante, agradando a nós mesmos. Pode parecer egoísta, mas acredito que o público percebe essa sinceridade e por isso acaba curtindo a energia e explodindo com a gente! Dessa forma, a gente consegue ter a mesma atitude, seja para uma pessoa ou para dez mil, tanto faz. O bagulho é curtirmos o que fazemos e do jeito que fazemos, o resto e a consequência disso. E tudo isso que falei foi transmitido no nosso novo disco, “Carnival Killers”. Ele ficou do jeito que a gente queria, em todos os sentidos. A gente gravou as bases no estúdio Nimbus com Norton Bell, onde a banda ensaia agora. Depois, o levamos para o Studio Wah Wah, do nosso produtor Kuaker, o quinto ‘corazon muerto’. Ele fez a produção, mixou e masterizou o álbum. Assim, ele é muito responsável pelo resultado final. A arte ficou por conta do mestre Daniel ETE, da banda Muzzarelas que, como sempre, fez um trampo incrível. O estilo dele casa perfeitamente com a imagem da banda. O disco foi lançado pela gravadora Crasso Records, responsável pelos nossos lançamentos anteriores. É um selo que sempre apoiou a cena underground e a gente desde o primeiro momento. “Carnival Killers” é o melhor que gravamos até agora e estamos muito felizes com ele. Está tendo críticas que superaram nossas expectativas e, assim, acredito que o trabalho foi bem feito.

O álbum "Carnival Killers", do Corazones Muertos

Em ‘Carnival Killers’ eu trouxe as músicas que já tinha na cabeça faz tempo e todos nós demos forma a elas (…) Foi um trabalho em equipe e o resultado e o mérito são de todos” – Joe Klenner

Pegando o background dos músicos que o acompanham, temos bandas como Kiara Rocks, Stormsons, Neanderthal, Daniel Belleza e os Corações em Fúria, Rip Monsters, Dizzy Queen e, claro, as que você integrou no passado. O quanto isso ajuda na produção criativa em si?
Klenner: Corazones Muertos poderia ser um hospício de músicos malucos (risos). “Carnival Killers” é o primeiro disco gravado com o Cadu e o Jeff, e isso se nota bastante no resultado final, sobre tudo na parte vocal da banda. O Cadu é um dos melhores vocais que eu conheço no planeta e ele ajudou muito na produção das vozes, harmonias, refrãos e tudo mais… Ajudou-me a ter mais segurança na minha voz e a eliminar vários erros que eu cometia, fora que o estilo dele na guitarra casa perfeitamente com o meu e ficou animal! Tem bateras de quatro músicas do “Carnival Killers” que foram gravadas pelo nosso querido irmão Flavio Cavichioli, ex-Forgotten Boys e atual Pin-Ups, que são da época em que ele tocava nos Corazones Muertos, e também tem algumas guitarras do Guilherme Rosa, nosso ex-guitarrista.

Como se dá a dinâmica de composição entre os membros do Corazones?
Klenner: Em “Carnival Killers” eu trouxe as músicas que já tinha na cabeça faz tempo e todos nós demos forma a elas. Mesmo eu tendo trazido as ideias, este foi um trabalho em equipe e o resultado e o mérito são de todos os integrantes. No disco constam músicas em que começamos a dividir o papel de vocal entre todos. Cantamos um pouco cada um, algo que a gente está fazendo nos nossos shows já faz um tempo e que deixa tudo mais interessante. “Nothin’ Can Open my Eyes” é interpretada pelo Cadu e é uma das minhas favoritas! “Kamikaze Baby” é cantada, em sua maioria, pelo Arthur e Cadu, e eu entro só nos refrãos. É uma fórmula que vamos adotar daqui pra frente.

“Carnival Killers” já rendeu um novo clipe, para “Spikes & Dogs”. Como tem sido a receptividade a esse novo trabalho?
Klenner: “Spikes & Dogs” é o nosso novo clipe e a gente acha demais! Está muito recente ainda, acabou de ser lançado, mas a receptividade tem sido muito boa! Uma pena que já não tenha mais canais na TV que apoiem o trabalho das bandas underground e tenhamos que nos limitar unicamente às plataformas digitais. O clipe foi gravado e dirigido pelo reconhecido Ivan Shupikov, o melhor fotógrafo que conheci na vida, e editado pelo melhor diretor de vídeos que tem o Brasil, Raul Machado! Eu fiz a música “Spikes & Dogs” para o meu querido amigo Fralda. Cansado de ficar dedicando músicas pra gente que já não está mais entre nós, decidi compor umas músicas para homenagear amigos que estão vivos. Assim, ele mesmo é o protagonista da música que fala sobre ele! Ah, e tem Panchito, o cachorro que fez o papel de Arlindo… Não podemos esquecer dele, o outro protagonista!

Dado o ritmo de atividades da Corazones Muertos, a pergunta talvez nem soe precipitada: já há novos planos em vista? Clipes, shows, singles…
Klenner: A gente não para! Já estamos com material para o próximo clipe. Vamos utilizar imagens da nossa última tour na Argentina e a música escolhida foi “Nothin’ Can Open my Eyes”, aquela que o Cadu canta. Shows já temos bastante coisa agendada para o segundo semestre na capital e interior de São Paulo, além de Santa Catarina, Goiânia em Setembro e por aí vai… Vamos fazer também um single em CD da música “Kamikaze Baby”, com versões alternativas e bônus. Ainda será lançado na França o disco “Smacked” pela gravadora Alive & Kickin’, onde participamos com a música “Can You Dig It”, que também está no “Carnival Killers”. Também tivemos uma surpresa com a notícia que a Crasso Records, junto com o bar deles, SC California, vão lançar a cerveja dos Corazones Muertos entre os meses de julho e agosto. É uma Red Ale artesanal. Então, preparem os fígados… Acho que é isso para os próximos quatro meses, bastante coisa né? Agradeço pelo espaço e a oportunidade de fazer essa entrevista, que achei demais! E o mais importante: “Don’t Kill Rock & Roll”!

Corazones Muertos: Arthur Cocev, Cadu Pelegrini, Joe Klenner e Jeff Molina | Fotos: Ivan Shupikov
Corazones Muertos: Arthur Cocev, Cadu Pelegrini, Joe Klenner e Jeff Molina | Fotos: Ivan Shupikov

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