Rockarama https://www.rockarama.com.br Rock, Tech & Geek Tue, 23 Jan 2018 14:39:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.2 https://www.rockarama.com.br/wp-content/uploads/2016/10/cropped-Rockarama-thumb-32x32.png Rockarama https://www.rockarama.com.br 32 32 117145259 Bruce Dickinson: os vários botões interessantes de uma vida https://www.rockarama.com.br/entrevista-com-bruce-dickinson/ https://www.rockarama.com.br/entrevista-com-bruce-dickinson/#respond Mon, 22 Jan 2018 19:43:36 +0000 https://www.rockarama.com.br/?p=12870 Se levarmos em consideração que é vocalista de uma das maiores bandas de heavy metal em todos os tempos, Bruce Dickinson tem uma vida discreta. Ocupada? Sem dúvida, afinal...

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O vocalista do Iron Maiden dá mais detalhes de sua recém-lançada biografia

Bruce Dickinson | Foto: divulgação

Se levarmos em consideração que é vocalista de uma das maiores bandas de heavy metal em todos os tempos, Bruce Dickinson tem uma vida discreta. Ocupada? Sem dúvida, afinal, o cara é músico, roteirista, esgrimista, piloto de avião, entre outras coisas, mas qual o grande escândalo ou a grande polêmica da vida dele? O incidente dos ovos no Ozzfest? Dizer que o Iron Maiden é maior que o Metallica? Convenhamos, não são exatamente equivalentes a matar alguém em um acidente de carro ou arrancar a cabeça de um pombo com a própria boca. Isso não quer dizer que a história da vida de tal figura (desde a infância na minúscula Worksop) não seja interessante de conhecer em detalhes. Na entrevista a seguir, “The Air Raid Siren” fala sobre algumas partes de sua autobiografia e ainda comenta mais um epíteto para sua lista: sobrevivente de câncer.

“What does this button do?” (N.T.: ainda sem título no Brasil) é o título e também a última frase do livro e, quando você lê e passa por todas as histórias, parece ser seu tema ou seu mote de uma inocência quase infantil em busca de descobrir uma aventura. Como esse título reflete a sua vida?
Bruce Dickinson: Quando decidi escrever o livro foi para falar da minha vida e não apenas do Iron Maiden. Algumas coisas as pessoas já sabem, outras não. O título foi para ficar longe de clichês do sexo, drogas e rock’n’roll e todo o resto. Muita gente faz isso e não é exatamente quem eu sou. É um livro sobre celebrar a vida e exaltar as pessoas, não criticá-las. E também não se levar 100% a sério o tempo todo. Leve a vida com serenidade e bom humor, mas, acima de tudo, se cair, levante.

Bruce Dickinson | Foto: John McMurtrie

Quando percebi que o Iron Maiden era uma opção viável, pensei que se usasse essa voz, com aquelas guitarras e aquele baixo, poderia ser algo único” – Bruce Dickinson

Esse parece mesmo o modo como você encara as coisas, mas falemos de algumas mais específicas. Em 1994, você fala sobre um show em Sarajevo que, inclusive, tem um documentário que está prestes a sair, “Scream For Me Sarajevo”. Nada os impediu de ir para uma zona de guerra e fazer um show. Fale sobre essa apresentação e se quando você olha hoje, pensa: “Nossa foi muito perigoso, o que eu tinha na cabeça?”
Dickinson: Sim, um pouco. Mas foi um daqueles momentos que realmente transformaram minha vida. Acho que mudaram mais ainda para aqueles que viram o show. Fiquei muito emocionado por estarem fazendo esse documentário. Não tinha a menor ideia de que isso estava rolando até alguém chegar até mim no pub que eu frequento e dizer: “Oi, eu sou de Sarajevo e tenho um filme para lhe mostrar.” Não entendi nada. Eles mostraram imagens do caminhão antigo que usamos para subir a montanha e cruzar uma zona de guerra. Estava tendo uma batalha poucos minutos antes de passarmos por ali. Enfim, a questão é que entrevistaram os garotos, que hoje, 20 anos depois, não são mais garotos. E eram histórias de depravação e de como era viver em uma cidade que ficou sitiada por mais tempo que a batalha de Stalingrado (N.T.: a batalha de Stalingrado, durante a Segunda Guerra Mundial, durou de 17 de julho de 1942 a 2 de fevereiro de 1943). E isso foi em uma parte da Europa Ocidental, onde tudo é supostamente civilizado e essas coisas não acontecem. Bem, aconteceram e ainda acontecem, ainda há pessoas sendo presas por lá.

Sim, há. Olhando hoje, você vê alguma loucura em fazer aquilo ou vê com grande orgulho?
Dickinson: Acho que ambos. Sim, vendo agora com saúde e segurança, sim, foi uma coisa imbecil de se fazer, mas quer saber? Às vezes, as melhores coisas a se fazer são as imbecis, logo não me arrependo.

Você é conhecido como a “sirene de ataque aéreo”. No livro, você credita isso ao engenheiro de som Tony Platt e à música “Ridin’ With The Angels”. O que pode dizer sobre ele e o que trouxe ao seu estilo vocal que fez você mudar de “um cara que canta” para um vocalista?
Dickinson: Bem, na verdade Tony foi um dos passos, e não todo o processo, mas abriu a minha voz de uma forma que nunca teria arriscado estender, da forma que ele fez. Assim, descobri notas no meu alcance que eu jamais teria chegado nem próximo, porque achava que poderia danificar minhas cordas vocais. E, no fim das contas, uns dois meses após a gravação do álbum (N.T.: “Shock Tactics” do Samson, 1981) eu ainda não sabia como reproduziria as músicas ao vivo. Tocando em clubes, com sistema de som que não era tão bom, achava que ia perder minha voz. Entrei em desespero, até que percebi que já tinha certa técnica vocal que havia aprendido em livros e treinado por conta. Aí achei que era hora de me acalmar, não entrar em pânico, trazer esse aprendizado à tona e tentar fazer aquele barulho que saía da minha boca da forma que as pessoas gostassem. Foi o que fiz e isso me levou a aceitar o fato de que podia chegar a lugares com essa voz, que não achei que poderia antes, em termos de timbres, notas, melodias diferentes e tantas outras coisas. Aí, quando percebi que o Iron Maiden era uma opção viável, pensei que se usasse essa voz, com aquelas guitarras e aquele baixo, poderia ser algo único.

Dickinson (esq.) na época do Samson | Foto: divulgação

A primeira vez que vi o Maiden foi um show em que íamos [Samson] tocar depois. Em teoria, éramos a banda principal, só que o público ali tinha ido assisti-los” – Bruce Dickinson

E acabou sendo mesmo. Conte sobre quando viu o Iron Maiden ao vivo tocando “Prowler” e sabia que seria o vocalista deles. De onde vinha essa confiança e como sabia disso? De onde veio essa epifania de saber que aquela era a banda para você?
Dickinson: Bem, há momentos em que essas coisas acontecem. Como quando ouvi o Deep Purple tocando atrás de uma porta e achei aquele barulho sensacional. E a primeira vez que vi o Maiden foi um show em que íamos [Samson] tocar depois. Em teoria, éramos a banda principal, só que o público ali tinha ido assisti-los. Eu estava no público, assistindo bem lá de trás e o poder da banda me lembrou aquele momento do Purple. Mas não era igual, era como uma versão atualizada para a parte final do século 20. E eu pensei: “Se eu cantasse nessa banda… wow! Seria inacreditável o que poderíamos ser juntos.” Bem no fundo da minha mente, eu sabia que ia acontecer. Conseguia sentir no meu corpo. O baterista (N.T.: Clive Burr) já era meu amigo e eu tinha alguma proximidade com a banda de qualquer forma, porque gravamos “Shock Tactics” em um estúdio ao lado de onde o Maiden gravou “Killers”. Então, não foi como se eles não me conhecessem ou não soubessem o tipo de vocal que eu usava. Para ser sincero, dava para ver que havia stress com Paul [Di’Anno, vocalista original] naquele momento e vi que aquilo não ia durar. É como você vê uma garota às vezes e diz: “Vou casar com você.” Não é racional, não faz o menor sentido, mas há uma ligação. E foi esse tipo de conexão.

Diferentemente de outras biografias, o seu livro não é a história de um fanfarrão, bem como não é um acerto de contas. É verdadeiro e há certo humor irônico nele. Fale sobre a visão artística ao fazer esse livro. Como foi o processo?
Dickinson: Em primeiro lugar, eu queria que o livro fosse inspirador, sobre como a música e a minha vida são coisas boas e não há motivo para atacar pessoas. Para início de conversa, porque lhes confere uma força e importância ridículas, que elas não têm de outra forma. Alguns vieram até mim dizer que esperavam estar no meu livro e não tive coragem de dizer-lhes que não eram importantes o bastante. O que importa na sua vida são as coisas que acontecem da primeira vez, e as coisas que lhe inspiram. Não estou interessado em baixar o nível. Já há reality shows suficientes para isso. Esses são como um estranho câncer povoando as programações. Acho que isso vai comendo a alma das pessoas. O livro que queria escrever seguia o princípio de que minha vida tem sido maravilhosa. Eu a amo e o que mais amo sobre ela é que nunca perdi aquele otimismo infantil de que se pode aprender alguma coisa todo dia, há algo para extrair alegria. É por isso que foi escrito dessa forma. Às vezes, levo tudo muito a sério, mas, mesmo assim, consigo rir disso. No Iron Maiden temos isso em comum. Acham que somos todos músicos de heavy metal incrivelmente sérios, e, sim, somos sérios sobre o que fazemos, mas não sobre o que somos. Algo que não aguento, acho a coisa mais chata do mundo, são rockstars que se levam muito a sério. É um privilégio ter esse trabalho. Poderia ser muito pior, você poderia ter câncer… Opa, desculpe! (risos). Há bastante sobre o câncer no livro.

Sim, quero falar sobre isso, mas ainda sobre o livro, tenho que dizer que quando alguém me manda um desses, já acho que vou ler a mesma coisa de novo: sou bom, fiquei com tantas mulheres, etc. No seu caso, a cada capítulo o leitor fica intrigado, querendo ler cada vez mais. Parabéns!
Dickinson: Obrigado. Tenho uma confissão a fazer: eu não leio autobiografias exatamente por essa razão que você odeia lê-las. Fiz uma pesquisa sobre o assunto. Me recusei a escrever isso por 10, 15 anos porque achei que iam querer aquela coisa entediante e rasa. Isso é besta, narcisista e chato. E esse é o pior crime que você pode cometer: fazer algo chato! Fui a uma livraria e peguei algumas autobiografias aleatoriamente na prateleira. Essas pessoas são muito chatas. É exatamente como você descreve. Elas conseguem transformar um formigueiro em uma montanha. Extraem todo esse drama a partir de nada. Coisas como: me senti mal porque minha maquiagem estava borrada ou levaram minha Lamborghini. Que tipo de besteiras são essas? Aí, lembrei de um livro que li na infância e me inspirou muito, de um ator inglês que está morto há um bom tempo chamado David Niven. Ele tinha um senso de humor bem irônico e contava histórias sobre sair e ficar bêbado com Errol Flynn (N.T.: ator australiano naturalizado americano, morto em 1959 aos 50 anos, famoso por fazer filmes com lutas de espada). Mas não era sobre se embebedar, era sobre a alegria e a loucura de tudo aquilo. E ele conta de modo muito bonito, com estilo. E pensei que ia adorar escrever um livro que chegasse perto de ser a metade daquele. Se chamava “The Moon’s a Balloon” e tinha ele lá no fundo da minha mente quando comecei a escrever esse.

Bruce Dickinson no palco com o Iron Maiden | Foto: John McMurtrie

Tenho o maior respeito possível por Blaze [Bayley] porque ele encarou uma situação de extrema dificuldade. Com uma voz tão claramente diferente da minha.” – Bruce Dickinson

Acho que obteve total sucesso, porque é simplesmente uma ótima leitura, mesmo para quem não é fã do Iron Maiden.
Dickinson: Essa foi uma das intenções. Eu queria tentar atrair pessoas que são apenas fãs ocasionais ou até que tem um conhecimento vago de que existe uma banda chamada Iron Maiden. Quando eu era garoto, nos anos 70, só dava para ler histórias da vida de estrelas de cinema de Hollywood, mas todo mundo me falava para lê-los porque eram simplesmente bons. E tinham razão. Se eu cheguei sequer perto, estou realizado.

Você fala sobre pessoas importantes em sua vida. Rod Smallwood (empresário do Iron Maiden) e Steve Harris (baixo) são parte dela por 4 ou 5 décadas agora. O que Smallwood tem que o levou a perceber que era o cara que seria o comandante ou ajudaria a comandar o barco?
Dickinson: Sim, há muitos elementos nessa história. O primeiro é que o Iron Maiden não é como várias outras bandas. E o Maiden é único não por causa dos músicos e dos compositores, não é isso. A banda significa tanto para tanta gente, por tantos anos, que é difícil descrever para alguém que não viveu como sua vida muda quando se é tocado por isso de alguma forma. E uma das pessoas que simboliza isso é Rod, porque ele é o coração e alma da integridade da música que fazemos. E acho que sem ele o Iron Maiden ficaria muito tentado em seguir o caminho de ser uma banda como outra qualquer. Ele faz questão de colocar a integridade no caminho que for seguir e transporta isso para música. Agora, não é o que eu chamaria de um empresário/músico. Tem uma participação válida e dá sua opinião, com a qual frequentemente discordamos, mas a questão é que ela está lá pelas razões corretas, mesmo que, às vezes, a executemos de forma diferente. E é sempre sobre integridade, sempre sobre a verdade no que fazemos e sermos verdadeiros à nossa visão. Somos uma banda criada pelo nosso público, por assim dizer, e eles nos dão permissão para existir. Porém, não pedimos permissão a eles para criar. Fazemos isso por nossa conta, com a esperança de que nos sigam na trajetória, para o bem ou para o mal. Ele é essencial em fazer isso para nós.

Quando você voltou ao Iron Maiden, escolheu cantar algumas músicas da era Blaze Bayley: “Man On the Edge”, “Futureal”, “Sign of the Cross” e “The Clansman”. Sempre achei que isso foi gentil de sua parte, porque deu crédito ao que foi feito quando não estava lá, diferentemente de alguns vocalistas, que se recusam a cantar certas músicas. Por que não voltar e cantar só aquelas da sua época? Por que fazer isso?
Dickinson: (risos). A vida é curta para você ficar exibindo seu ego por aí dessa forma. É infantil, bobo. Algumas músicas funcionaram, outras não, mas sabe de uma coisa? Todas foram compradas pelos fãs da banda e “Sign of the Cross” e “The Clansman” achei que ficaram boas. O material é bom. A voz de Blaze é bem diferente da minha, um tom totalmente distinto. Eu não reclamei porque pude usar um tom mais baixo, mais barítono para cantá-las. Gostei da experiência. E tenho o maior respeito possível por Blaze porque ele encarou uma situação de extrema dificuldade. Com uma voz tão claramente diferente da minha, ter que tentar cantar algumas daquelas músicas… Ficou em uma situação difícil. É um cara muito, muito, legal até hoje.

Comandante Dickinson | Foto: John McMurtrie

Algumas vogais no tom mais baixo estão soando um pouco instáveis, mas isso está melhorando (…) O mais bizarro é que as notas mais altas estão mais cheias e com menos esforço” – Bruce Dickinson

Com certeza. Em 2015, você concedeu uma entrevista ao [jornal britânico] The Guardian, na qual disse que o “inferno congelaria antes de eu não poder subir ao palco. Nem que outra pessoa cante e eu só fique balançando as merdas dos meus braços.” Isso resume bem como você encarou toda a situação do câncer. Não se sentiu derrotado e desistiu, mas soube encarar e superar. Fale sobre o câncer e o doutor Amen Sibtain, a quem você chama de mágico. Você encarou isso com expectativa de sucesso ou houve momentos de medo de verdade e que achou que não ia conseguir?
Dickinson: Essa última parte, de achar que não vai conseguir não é uma opção, porque você está conseguindo. Assim que se vê cheio de quimioterapia e radiação por 33 dias, cinco dias por semana, simplesmente não tem a opção de desistir. Há muitas coisas desagradáveis sobre as quais eu escrevo no livro, mas, para falar a verdade, esse medo aconteceu comigo no início. Porém, logo percebi que não ia morrer cedo. O que lhe deixa amedrontado é a incerteza sobre qual será o resultado final disso. Contudo, as chances maiores são que pode ser que acabe tudo bem. E é claro que fiz muita pesquisa, usei muito o Google e vi que na verdade minhas probabilidades eram 60-40 de eu me livrar, porque não sabíamos qual era a causa do tumor. Mas, se fosse um HPV (N.T.: vírus do papiloma humano) minhas chances ficavam entre 60 e 80%. O grande problema que teria, e descobri lendo e falando com outras pessoas, seria a recuperação do tratamento em si, depois de me livrar do câncer. Assim, na véspera de Natal, enquanto fazia umas compras, recebi uma ligação do meu médico com boas notícias sobre a má notícia: como em 90% desses casos em homens e mulheres, era um câncer com relação com HPV e isso me colocava em uma porcentagem de sobrevivência muito maior. Aí comecei a me sentir mais otimista. Mesmo assim, é algo desconhecido e passar por tudo isso acaba com seu corpo. Tive muita sorte de estar saudável e com alguma gordura antes de começar o tratamento porque nunca fumei e estava muito determinado. Isso ajudou muito. Mas, durante o tratamento, encontrei muitos homens, muitos mesmo, com o mesmo problema. Aliás, eu li no blog do Ministro de Meio-Ambiente do Canadá, que ele havia tido o mesmo tipo de tumor e já tinha mais de 70 anos. Dizia que encarou e depois da radioterapia ia para casa como milhares de outras pessoas. Foi das melhores coisas que li sobre isso. Vamos seguir em frente. Eu tratei como se fosse um trabalho, como trato qualquer coisa que faço, como fazer um álbum: vai lá, faz até o fim e aí vê o que acontece. Não havia mais o que fazer além disso.

Não há efeitos colaterais? Você conseguiu fazer os shows sem comprimidos ou injeções de cortisona?
Dickinson: Pelo amor de Deus! Você falou cortisona! Jamais, nunca vou tomar isso! Se precisa de cortisona para fazer o show, não deveria fazê-lo. Tomar isso para voz é a mesma coisa que sentar num banco e ir cortando-o com uma serra. Vai cortando e acha que está tudo bem até que um dia quebra e você cai. Não, é um desastre. A melhor coisa que posso dizer é: ouça o álbum ao vivo.

Eu ia perguntar sobre isso.
Dickinson: Sim, acho que a maioria dos shows foi gravada no início da tour. Me disseram que iríamos gravar e quando percebi já estava pronto! Aí fui ouvir e até que ficou legal (risos). Fiquei muito orgulhoso dele, acho que a voz está ótima. Tudo bem, eu produzo menos saliva do que antes, então tenho pequenas garrafas de água escondidas pelo palco. E algumas vogais no tom mais baixo estão soando um pouco instáveis, mas isso está melhorando com o tempo e ninguém notou. O mais bizarro é que as notas mais altas estão mais cheias e com menos esforço, o que é extraordinário e não sei dizer o motivo.

"What does this button do?", a autobiografia de Bruce Dickinson
"What does this button do?", a autobiografia de Bruce Dickinson

Transcrito e traduzido por Carlo Antico.

Rock Talk with Mitch Lafon

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Primeiro trabalho com músicas inéditas desde “The Last File” (2000) será lançado em março

MX promete músicas coesas, marcantes e diferentes entre si no novo trabalho | Foto: Ricardo Hirae
MX promete músicas coesas, marcantes e diferentes entre si no novo trabalho | Foto: Ricardo Hirae

A cultuada banda paulista de thrash metal MX, que recentemente deu uma prévia do novo álbum com o videoclipe “Fleeing Terror”, revelou mais detalhes sobre o primeiro de inéditas após a retomada das atividades em 2012 e o lançamento de “Re-Lapse” (2014), que trouxe regravações de seus clássicos.

Intitulado “A Circus Called Brazil”, o material tem lançamento previsto para março através da Shinigami Records. “O álbum basicamente foi gravado por mim e pelo Dumbo nas cordas, pois ele compôs a maioria das músicas e já estava preparado, com exceção dos solos que foram gravados pelo Décio”, conta Alexandre Cunha, vocalista e baterista. “Tivemos uma grande ajuda do responsável pela gravação, Tiago Hóspede, que também produziu o álbum de forma competente e que contribuiu bastante.”

Pelo título escolhido, a tônica recai sobre o personagem que representa o sofrido povo brasileiro, mas a arte da capa, de autoria do desenhista e escultor Cleyton Amorim, também volta a apresentar a figura de Simon. Trata-se do padre que aparece na capa do álbum de estreia, “Simoniacal”, lançado há trinta anos.

“As letras, em que tratamos de religião, política, guerras, problemas sociais e econômicos, entre outros temas, também tiveram evolução. A temática não mudou, mas a forma de retratar sim. A ideia de utilizar os quatro personagens retratados na capa surgiu quando sentimos que os pilares temáticos das letras ainda eram os mesmos e o grande afetado, como sempre, é o povo”, revela Cunha. “Claro, a ideia em utilizar Simon foi imediata, mas ele aparece com um status superior, que pode ser verificado pelas vestes utilizadas. Apesar de ser um católico, para nós ele representa todas as religiões que fazem o mal, enganam, matam, roubam, dominam, subjugam, induzem e geram guerras”, acrescenta o vocalista e baterista.

A história da escolha do título, porém, tem ligação com a décima faixa composta para o disco. “Ela surgiu quando Décio mostrou uns acordes, bases e alguns riffs que remetiam a algo circense. Na hora, apelidamos a música de ‘palhaço’ e assim ficou até o surgimento da ideia da capa e o nome do álbum”, recorda Cunha. “Escrevi a letra e a música ganhou o título ‘A Circus Called Brazil’; em seguida, dei a ideia de utilizá-lo como nome do álbum e todos gostaram.”

Para Cunha, a voz foi a maior evolução deste álbum do MX. “Além das músicas serem coesas, marcantes e diferentes entre si, é disparado o melhor trabalho que já realizei!”, analisa. “Além dos vocais, pela primeira vez criei a bateria por completo pensando num contexto geral, dediquei mais tempo na criação e o resultado é nítido”, completa.

Além disso, Cunha adianta que o álbum deverá contar com um ou dois bônus. “Acredito que talvez possa ser uma ou mais das gravações dos tributos ao Motörhead, Black Sabbath e AC/DC.”

Contando atualmente com Alexandre “Dumbo” Gonçalves (guitarra e vocal), Décio Jr. (guitarra), Alexandre “Morto” Favoretto (baixo e vocal) e Alexandre Cunha (vocal e bateria), o MX foi formado no ABC paulista em 1985, tendo em sua discografia os seguintes trabalhos: “Simoniacal” (1988), “Mental Slavery” (1989), “Again” (1997), “The Last File” (2000) e “Re-Lapse” (2014).

Veja o clipe de “Fleeing Terror”:

Capa de "A Circus Called Brazil"
Capa de "A Circus Called Brazil"

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Lars Ulrich fala sobre as primeiras influências do Metallica em novo vídeo https://www.rockarama.com.br/lars-ulrich-fala-sobre-as-primeiras-influencias-do-metallica-em-novo-video/ https://www.rockarama.com.br/lars-ulrich-fala-sobre-as-primeiras-influencias-do-metallica-em-novo-video/#respond Fri, 12 Jan 2018 18:34:31 +0000 https://www.rockarama.com.br/?p=12855 No dia 19 de janeiro, a MetalRock Films irá lançar em DVD a primeira parte (de duas) de mais um documentário da série Inside Metal, intitulado "The Rise of L.A. Thrash Metal". Dirigido...

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Baterista aparece em trailer do documentário “The Rise of L.A. Thrash Metal (Part One)”

The Rise of L.A. Thrash Metal será lançado em duas partes | Imagem: divulgação
The Rise of L.A. Thrash Metal será lançado em duas partes | Imagem: divulgação

No dia 19 de janeiro, a MetalRock Films irá lançar em DVD a primeira parte (de duas) de mais um documentário da série Inside Metal, intitulado “The Rise of L.A. Thrash Metal“.

Dirigido por Bob Nalbandian e com narração de Dave Ellefson, baixista do Megadeth, o trabalho foca na ascensão da cena de thrash metal de Los Angeles (EUA) entre o início e o meio dos anos 80 e serve como uma sequência para outros dois vídeos da série: “The Pioneers of LA Hard Rock & Metal” e “LA Metal Scene Explodes”.

A região de São Francisco e da Bay Area entrou para a história como o epicentro do thrsh metal, mas esse DVD explora a ideia de que Los Angeles seria a terra natal correta de três das bandas do “Big 4”, Metallica, Slayer e Megadeth, e é o celeiro para grupos não convencionais de thrash/punk.

Em declaração à Billboard, Bob Nalbandian disse: “antes do thrash metal, os fãs de punk e heavy metal eram adversários declarados em Los Angeles. Mas os primeiros shows do estilo uniram as duas forças em uma rebelião contra o popular movimento do glam rock que prevalecia tanto em LA nos anos 80.”

Cada documentário da série Inside Metal conta com conteúdo aprofundado e entrevistas dos ícones que ajudaram a construir a cena. Além de Lars Ulrich, aparecem no DVD, em ordem alfabética:

Ann Boleyn (Hellion/New Renaissance Records), Bill Metoyer (produtor), Brian O’Brian (A La Carte), Brian Slagel (Metal Blade Records), Brian Tatler (Diamond Head), Chris Poland (Megadeth e OHM), Craig Locicero (Forbidden), Dave Lombardo (Slayer e Suicidal Tendencies), David Ellefson (Megadeth), Diego Negrete (MX Machine), Eric Peterson (Testament), Ernie C (Body Count), Felice Lococo e Kurt Markham (Overkill LA), Frank Bello (Anthrax), Gene Hoglan (Dark Angel/Testament), Greg Durschlag (The Weasels), Jay Reynolds (Malice), Joey Vera (Armored Saint), John Bush (Armored Saint e Anthrax), John Gallagher (Raven), Juan Garcia (Agent Stee, Abattoir e Body Count), Katon DePena (Hirax), Kevin Estrada (fotógrafo), Lloyd Grant (Defcon), Malcolm Dome (jornalista), Marty Friedman (Hawaii, Cacophony e Megadeth), Mike Inez (Alice In Chains), Monte Pittman (Prong/Madonna), Peter Baltes e Wolf Hoffmann (Accept), Phil Sandoval (Armored Saint), Phyllis Pollack (jornalista), Rocky George (Suicidal Tendencies), Scott Peterson (Cryptic Slaughter), Steven Craig (ex-manager do Slayer e Dark Angel), Stryper (Robert Sweet, Michael Sweet, Oz Fox, Tim Gaines), Tracey “Spacey T” Singleton (Sound Barrier e Gangland), Tracy Barnes (diretor de programação de rádio), Vincent Price (Steel Prophet/Body Count), e William Howell (apresentador da KNAC Radio, também conhecido como DJ Will, ex-A&R da Capitol Records e da Metal Blade Records).

A parte dois deve sair ainda nesse ano.

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Headset Gamer Battle Red Nose 2.0 USB, da Dazz, destaca-se pela sensação de profundidade sonora e muito conforto https://www.rockarama.com.br/headset-gamer-battle-red-nose-2-0-usb-da-dazz-destaca-se-pela-sensacao-de-profundidade-sonora-e-muito-conforto/ https://www.rockarama.com.br/headset-gamer-battle-red-nose-2-0-usb-da-dazz-destaca-se-pela-sensacao-de-profundidade-sonora-e-muito-conforto/#respond Fri, 12 Jan 2018 18:07:45 +0000 https://www.rockarama.com.br/?p=12846 A Dazz entrega design, som de alta qualidade e conforto no lançamento de seu mais novo headset para o mercado de games, o Headset Gamer Battle Red Nose 2.0 USB. Por conciliar...

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Headset chega ao mercado pelo valor sugerido de R$ 199,90

Headset Gamer Battle Red Nose 2.0 USB é compatível com PS4 e Xbox One | Foto: divulgação - Dazz
Headset Gamer Battle Red Nose 2.0 USB é compatível com PS4 e Xbox One | Foto: divulgação - Dazz

A Dazz entrega design, som de alta qualidade e conforto no lançamento de seu mais novo headset para o mercado de games, o Headset Gamer Battle Red Nose 2.0 USB.

Por conciliar tecnologia Surround 2.0 USB, grave otimizado e Noise Cancel, a novidade oferece excelente sensação de profundidade sonora e de imersão nos jogos.

O alto grau de conforto e o design moderno também são características marcantes do lançamento. O Headset Gamer Battle Red Nose 2.0 USB possui fone de ouvido e microfone emborrachados e tem um belo acabamento camuflado. Outro grande atrativo é a sua compatibilidade com as plataformas de PS4 e Xbox One. O preço sugerido é de R$ 199,90 (valor médio para o consumidor e válido até o final de janeiro 2018).

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UNIVERITAS recebe segunda edição do Rio Comics no campus do Flamengo https://www.rockarama.com.br/univeritas-recebe-segunda-edicao-do-rio-comics-no-campus-do-flamengo/ https://www.rockarama.com.br/univeritas-recebe-segunda-edicao-do-rio-comics-no-campus-do-flamengo/#respond Fri, 12 Jan 2018 17:48:43 +0000 https://www.rockarama.com.br/?p=12842 Depois de atrair mais de mil pessoas ao campus do Flamengo, em julho, o Centro Universitário Universus Veritas – UNIVERITAS se prepara pra receber a segunda edição do Rio Comics...

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Evento cultural reúne grandes nomes do mundo pop de leitura

Cosplayer Annie Seixas na Rio Comics | Foto: Raphael Feitoza
Cosplayer Annie Seixas na Rio Comics | Foto: Raphael Feitoza

Depois de atrair mais de mil pessoas ao campus do Flamengo, em julho, o Centro Universitário Universus Veritas – UNIVERITAS se prepara pra receber a segunda edição do Rio Comics, um dos maiores eventos geeks do Rio de Janeiro.

O festival, que oferece diversas atrações ligadas ao universo das histórias em quadrinhos e super-heróis, desta vez acontecerá no fim de semana dos dias 13 e 14 de janeiro, das 12h às 18h, celebrando o mês do Quadrinho Nacional.

Voltado para fãs da cultura de animes, HQs, mangás, livros, games, filmes e séries de TV do gênero, o Rio Comics reunirá quadrinistas, pesquisadores, ilustradores, animadores, chargistas e caricaturistas, além de apresentar exposições de trabalhos originais, venda de quadrinhos europeus e ocidentais, miniaturas e cards.

Grandes nomes dos quadrinhos nacionais estarão no evento contando suas experiências e lançando novos trabalhos. Além disso, a feira terá espaços temáticos de filmes de sucesso, como “Harry Potter”, “Star Wars” e “Batman”, shows com bandas alternativas, blogueiros e youtubers e um concurso Cosplay com premiação nas categorias apresentação e desfile.

Segundo o Vice-Reitor da UNIVERITAS, Marcovan Porto, os alunos estão mais entusiasmados ainda, após o sucesso da primeira edição. “Na edição de julho, a procura foi alta, e selecionamos alunos para estagiarem na produção do evento. Dessa vez, a procura já começou meses antes do evento”.

Os ingressos online estão disponíveis por R$ 24,00 (inteira). As vendas físicas ocorrem em pontos divulgados pela produção do evento. Para compra de ingressos e mais informações, acesse www.rebootsuamente.com.

Rio Comics – Edição 2018
Dias: 13 e 14 de janeiro
Horário: das 12h às 18h
Local: UNIVERITAS – Rua Marquês de Abrantes, 55 – Flamengo – Rio de Janeiro

Principais Atrações:
Exibição Profissional de Luta Livre (Telecath)
Arena Free Games
Stands de vendas de produtos
Food Trucks

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Tecnologia HyperFlux da Razer permite aos gamers jogarem com mouse sem fio e sem bateria https://www.rockarama.com.br/tecnologia-hyperflux-da-razer-permite-aos-gamers-jogarem-com-mouse-sem-fio-e-sem-bateria/ https://www.rockarama.com.br/tecnologia-hyperflux-da-razer-permite-aos-gamers-jogarem-com-mouse-sem-fio-e-sem-bateria/#respond Fri, 12 Jan 2018 17:22:50 +0000 https://www.rockarama.com.br/?p=12836 A Razer anunciou a tecnologia de energização sem fio Razer Hyperflux, que permite uma inédita e ininterrupta transferência de energia dos mousepads habilitados aos seus mouses correspondentes...

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Razer Mamba HyperFlux é o primeiro mouse do mundo com energia gerada apenas a partir de campo eletromagnético; periférico vem acompanhado do mouse pad Razer Firefly HyperFlux

Razer HyperFlux: campo eletromagnético transfere de forma eficiente a energia para o mouse | Foto: divulgação - Razer
Razer HyperFlux: campo eletromagnético transfere de forma eficiente a energia para o mouse | Foto: divulgação - Razer

A Razer anunciou a tecnologia de energização sem fio Razer Hyperflux, que permite uma inédita e ininterrupta transferência de energia dos mousepads habilitados aos seus mouses correspondentes.

Diferente das outras tentativas vistas no mercado para se criar uma fonte de energia sem fio para um mouse, a tecnologia Razer Hyperflux permite que um mousepad crie um campo eletromagnético que transfere de forma eficiente a energia para o mouse, eliminando qualquer necessidade de uso de baterias. Essa é uma tecnologia inédita e o resultado é um mouse gamer sem fio e extremamente leve, com peso tradicionalmente visto apenas em mouses com fio.

O mouse Razer Mamba HyperFlux e o mousepad Razer Firefly HyperFlux são os primeiros periféricos da Razer a contar com esta tecnologia revolucionária.

“Outras empresas tentaram criar um carregamento sem fio para mouses, mas elas não chegaram a uma experiência verdadeiramente poderosa e sem fio porque os mouses desenvolvidos ainda precisavam de uma bateria. A tecnologia HyperFlux veio para mudar o cenário global de periféricos gamers sem fio”, disse Min-Liang Tan, cofundador e CEO da Razer. “Os jogadores não ficarão mais a mercê de baterias ou cabos e terão a verdadeira liberdade de uma conexão wireless em um mouse com o mesmo peso de um mouse com fio.”

O mouse Razer Mamba HyperFlux também conta com uma tecnologia proprietária da Razer chamada AFT (Adaptive Frequency Technology), que dá mais força ao sinal wireless e garante estabilidade da conexão entre o mouse e o computador por meio de escaneamento adaptativo e alteração de frequência da banda para 2,4 GHz. O periférico ainda conta com um sensor óptico de 5G e 16 mil DPI, ideal para movimentos rápidos e precisos.

Já o Razer Firefly HyperFlux é o modelo mais avançado da premiada linha de mousepads RGB da Razer. Dupla face, ele permite tanto uma experiência mais rígida como um deslizar mais suave. Os jogadores podem optar pelo lado de acordo com suas preferências, sendo a face dura melhor para ações rápidas e a macia para maior precisão. Quando conectado ao computador, o mousepad fornece energia ininterrupta ao mouse proporcionando jogabilidade fluida e sem travamentos.

Tanto o mouse quanto o mousepad contam com a tecnologia de retroiluminação Razer Chroma, que oferece mais de 16,8 milhões de cores para customização das luzes dos periféricos.

Para mais informações sobre o Razer Mamba Hyperflux e o Razer FireFly Hyperflux, clique aqui.

Ainda não há previsão de preços e data de chegada dos produtos ao Brasil.

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John Corabi lança álbum ao vivo celebrando sua passagem pelo Mötley Crüe https://www.rockarama.com.br/john-corabi-lanca-album-ao-vivo-celebrando-sua-passagem-pelo-motley-crue/ https://www.rockarama.com.br/john-corabi-lanca-album-ao-vivo-celebrando-sua-passagem-pelo-motley-crue/#respond Fri, 12 Jan 2018 16:55:39 +0000 https://www.rockarama.com.br/?p=12830 John Corabi, atualmente vocalista do The Dead Daisies, lançará seu primeiro disco ao vivo como artista solo, intitulado "Live 94 (One Night In Nashville)". Neste material, Corabi toca o álbum...

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Trabalho contém o álbum de 1994 tocado na íntegra

John Corabi | Foto: divulgação
John Corabi | Foto: divulgação

John Corabi, atualmente vocalista do The Dead Daisies, lançará seu primeiro disco ao vivo como artista solo, intitulado “Live 94 (One Night In Nashville)”.

Neste material, Corabi toca o álbum “Mötley Crüe” (1994), único registro de estúdio ao lado da banda, época em que substituiu Vince Neil, que havia saído em 1992. O lançamento mundial está previsto para 16 de fevereiro pela Rat Pak Records, mas já está disponível em várias configurações através do link.

“Adorei o resultado final. Queria algo puro e acho que conseguimos!”, comemora o vocalista. Gravado ao vivo no dia 27 de outubro de 2015 no The Basement, em Nashville (EUA), durante uma das datas de sua “Motley 94 tour”, “Live 94 (One Night In Nashville)” apresenta o álbum inteiro, mais a música bônus “10,000 Miles” que havia sido lançada originalmente na versão japonesa do EP “Quaternary”.

O registro não possui overdubs ou bases pré-gravadas e inclui duas faixas de Corabi falando com o público sobre seus dias no Mötley Crüe. A banda de “Live 94” é completada por Jeremy Asbrock (guitarra e vocal), Phil Shouse (baixo, guitarra e vocal), Tommy Daley (guitarra) e Ian Corabi (bateria).

“Tenho que parabenizar minha banda por me ajudar a fazer um álbum ao vivo sem nada pré-gravado! É como deveria soar ao vivo!”, finaliza Corabi.

Capa de "Live 94 (One Night In Nashville)"
Capa de "Live 94 (One Night In Nashville)"

As faixas de “Live 94 (One Night In Nashville)” são:

01. Power to the Music
02. Uncle Jack
03. Hooligan’s Holiday
04. Misunderstood
05. Loveshine
06. Poison Apples
07. John Joins The Band
08. Hammered
09. Til Death Do Us Part
10. Welcome to the Numb
11. Smoke the Sky
12. Here Is The Band
13. Droppin’ Like Flies
14. Driftaway
15. 10,000 Miles Away

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History exibe especial sobre os grupos de imigrantes que ajudaram a construir os Estados Unidos https://www.rockarama.com.br/history-exibe-especial-sobre-os-grupos-de-imigrantes-que-ajudaram-a-construir-os-estados-unidos/ https://www.rockarama.com.br/history-exibe-especial-sobre-os-grupos-de-imigrantes-que-ajudaram-a-construir-os-estados-unidos/#respond Fri, 12 Jan 2018 16:22:30 +0000 https://www.rockarama.com.br/?p=12825 Imigrantes Unidos da América (How the World Made America), o especial inédito que o HISTORY apresenta nos dias 20 e 21 de janeiro, investiga a grande força que coloca a humanidade em...

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Em duas partes, Imigrantes Unidos da América conta as histórias de quem trabalhou pra tornar os Estados Unidos uma nação de nações

Imigrantes Unidos da América estreia nos próximos dias 20 e 21 de janeiro | Foto: divulgação
Imigrantes Unidos da América estreia nos próximos dias 20 e 21 de janeiro | Foto: divulgação

Imigrantes Unidos da América (How the World Made America), o especial inédito que o History apresenta nos dias 20 e 21 de janeiro, investiga a grande força que coloca a humanidade em movimento: a imigração.

Em formato de documentário e dividida em duas partes, a produção traz a origem dos grupos de imigrantes, como e por que ajudaram a tornar os Estados Unidos o que ele é hoje. O especial mostra os padrões de imigração dos grupos étnicos, por meio da contextualização com fatos históricos, entrevistas com descendentes dos imigrantes e gráficos de última tecnologia.

Durante o Século XIX, metade dos judeus da Rússia se mudou para a cidade de Nova York. Um em cada três Escandinávios migrou para os Estados Unidos e gerou os primeiros lenhadores. A Grande Fome (1845 – 1849) esvaziou a Irlanda e deu aos magnatas ferroviários americanos dois milhões de trabalhadores migrantes. Imigrantes Unidos da América é um documentário sobre as grandes imigrações que aconteceram a partir da Revolução Industrial e todo o seu impacto cultural, sociológico e político, até os dias de hoje.

Baseado em pesquisas que agrupam os padrões dos imigrantes por mais de 70 mil anos, o especial conta as histórias dos imigrantes que povoaram os Estados Unidos, ao longo da apresentação de eventos históricos, como o comércio de peles pelos holandeses, a criação do selo postal pelos imigrantes irlandeses, a Corrida do Ouro da Califórnia, o grande número de alemães que vieram ajudar o Exército da União durante a Guerra Civil, a grande migração de afro-americanos para o Norte e Oeste do país, e a construção da Ferrovia Transcontinental – que reduziu o tempo de viagem do Leste ao Oeste de seis meses para uma semana.

A produção traz entrevistas com os descendentes dos antepassados que participaram desses eventos e mostra fatos inusitados que ajudam a entender como os Estados Unidos se tornaram uma nação de todas as nações.

20/1, sábado, 21h
Parte 1 – Os primeiros grupos europeus que se assentaram na América remontam aos peregrinos que chegaram ao novo mundo, ingleses, alemães e holandeses, que lidaram com os nativos americanos. Na colônia, espanhóis e franceses deixaram sua marca, mas nem todos os imigrantes eram livres: 388 mil escravos foram trazidos da África em uma das maiores migrações forçadas da história.

21/1, domingo, 21h
Parte 2 – Com a Revolução Industrial, milhões de migrantes chegaram à América e alcançaram todos os recantos do país com as ferrovias. E, depois de um tempo de portas fechadas, os Estados Unidos voltaram a receber migrantes de todo o mundo, após a Segunda Guerra Mundial.

Classificação indicativa:14 anos

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NVIDIA maximiza a experiência de PC Gaming com nova geração de monitores em formato grande https://www.rockarama.com.br/nvidia-maximiza-a-experiencia-de-pc-gaming-com-nova-geracao-de-monitores-em-formato-grande/ https://www.rockarama.com.br/nvidia-maximiza-a-experiencia-de-pc-gaming-com-nova-geracao-de-monitores-em-formato-grande/#respond Fri, 12 Jan 2018 16:06:35 +0000 https://www.rockarama.com.br/?p=12821 A NVIDIA dá ao PC Gaming um salto para uma tela grande, com a introdução da tecnologia NVIDIA BFGD – Big Format Gaming Display (em português: tela para games em formato...

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BFGDs” integram as tecnologias NVIDIA G-SYNC e SHIELD para entregar experiência de PC Gaming no primeiro monitor grande para PC

NVIDIA maximiza a experiência de PC Gaming com nova geração de monitores em formato grande

A NVIDIA dá ao PC Gaming um salto para uma tela grande, com a introdução da tecnologia NVIDIA BFGD – Big Format Gaming Display (em português: tela para games em formato grande).

Criados em conjunto com os parceiros de hardware da NVIDIA, a Acer, a ASUS e a HP, os BFGDs integram uma tela 4K HDR com alta frequência de 120Hz e tecnologia NVIDIA® G-SYNC®, juntamente com o NVIDIA SHIELD ™, o dispositivo de transmissão via streaming mais avançado do mundo. A combinação oferece uma experiência de jogo suave e lisa, além dos seus aplicativos de streaming favoritos – tudo em uma tela grande.

“Os jogadores de PC esperam um alto desempenho e tempos de resposta instantâneos, mas, até agora, eles foram amplamente limitados às telas de desktop tradicionais”, diz Matt Wuebbling, diretor de marketing da GeForce na NVIDIA. “BFGDs mudam isso. Com a tecnologia mais recente da NVIDIA incorporada a essas novas telas, os jogadores de PC podem agora experimentar seus títulos favoritos em toda a glória e baixa latência que merecem”.

No coração da BFGD: G-SYNC HDR
No coração de BFGDs está a mais recente tecnologia G-SYNC HDR que sincroniza a taxa de atualização da tela com a do jogo em cada momento. Esta tecnologia G-SYNC de atualização variável de quadros oferece uma experiência de jogo imersiva altamente responsiva, suave e incomparável a qualquer tela desse tamanho. A tecnologia não sofre com efeito Tearing, que são rupturas verticais causadas pela falta de sincronismo vertical. Além disso, a tela de 4K HDR possui uma luz de fundo direta, com 1000-nits de luminância de pico e gama de cores DCI-P3 para obter a máxima qualidade visual.

Jogos de latência ultra baixa
Nada é mais importante para os jogadores do que uma jogabilidade responsiva. A tecnologia G-SYNC traz aos BFGDs a mesma latência ultra-baixa encontrada nos monitores de jogos de desktop. O G-SYNC para o BFGD está disponível para quem joga diretamente no PC, Android ™, ou durante o uso da tecnologia NVIDIA GameStream ™ a partir de um PC ou notebook para jogos.

Streaming de tela grande
A integração do SHIELD baseada em Android TV ™ em BFGDs permite aos jogadores mudar facilmente entre jogos e outras formas de entretenimento. O controle remoto e controle de jogos SHIELD permite uma fácil navegação e acesso a todos os maiores aplicativos de streaming do mundo, incluindo Netflix, Amazon Video, YouTube ™ e Hulu.

Com suporte para o Assistente do Google, toda a experiência pode ser controlada simplesmente usando sua voz. A tecnologia HDR G-SYNC também suporta a reprodução de vídeo em framerates nativos, incluindo formatos populares como 23.976, 24 e 25 FPS. Isso sincroniza a taxa de atualização da tela à taxa de quadros real da fonte do vídeo, eliminando a interpolação e apresentando o conteúdo do vídeo como foi idealizado pelo diretor.

Mais informações sobre o G-SYNC estão disponíveis em: www.nvidia.com.br/object/g-sync-monitor-technology-br.html

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Válvera: primeiro álbum com letras em inglês oficialmente lançado https://www.rockarama.com.br/valvera-primeiro-album-com-letras-em-ingles-oficialmente-lancado/ https://www.rockarama.com.br/valvera-primeiro-album-com-letras-em-ingles-oficialmente-lancado/#respond Fri, 12 Jan 2018 15:45:48 +0000 https://www.rockarama.com.br/?p=12817 Com "Back To Hell", a banda paulista de heavy/thrash metal Válvera inicia uma nova fase na carreira. Sucessor de "Cidade em Caos", o álbum foi gravado, mixado e masterizado no...

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“Back to Hell” está disponível em todas as plataformas digitais

Válvera | Foto: Edu Lawless

Com “Back To Hell”, a banda paulista de heavy/thrash metal Válvera inicia uma nova fase na carreira. Sucessor de “Cidade em Caos”, o álbum foi gravado, mixado e masterizado no Mr. Som Studio por Marcello Pompeu e Heros Trench e é o primeiro a contar com letras em inglês.

“O show de lançamento ocorreu em novembro, no Manifesto Bar, contando com participações especiais de Victor Guilherme, da Mattilha, e Drio Navacinsk, Diego Inhof e Bruno Ricardi, da banda Eutenia. Porém, o melhor de tudo foi que o público aprovou as músicas novas, incluindo ‘Demons of War’, primeiro single e clipe do novo álbum, além de cantar também as faixas em português”, comemora o vocalista e guitarrista Glauber Barreto.

Veja o clipe de “Demons of War”, produzido pela Pier 66 e que já ultrapassou mais de 40 mil views:

“Back To Hell”, que contou com arte gráfica de Marcelo Vasco e fotos de Edu Lawless, foi lançado digitalmente no dia 12 de dezembro em todas as plataformas digitais. “As músicas foram produzidas e compostas pela banda. Isolamo-nos por duas semanas em um sítio no interior de São Paulo para criar e trabalhar nas composições. Depois, tivemos a colaboração de amigos americanos e canadenses, que supervisionaram a ortografia e fonética de ‘Back To Hell'”, explica o guitarrista Rodrigo Torres.

Além disso, o Válvera disponibilizou uma série de vídeos ao vivo gravados no festival “Rock Na Praça“, em São Paulo. “Foi ótimo tocar no ‘Rock Na Praça’, um dos maiores festivais de rua voltados ao rock no Brasil. A exposição que nos deu e a repercussão foram enormes e conseguimos mostrar nossa força ao vivo, algo que buscamos desde a criação da banda”, diz Glauber Barreto. “Neste evento, tocamos ‘Cidade em Caos’ e ‘Extinção’, que já são conhecidas pelo público, e duas do novo álbum, ‘The Skies Are Falling’ e ‘Demons Of War’. Decidimos fazer o registro e soltamos os vídeos em nosso canal do YouTube (valveraoficial) durante o mês de dezembro”, acrescenta.

Confira o vídeo de “Extinção” no Rock na Praça:

Capa de "Back to Hell"
Capa de "Back to Hell"

Para ouvir ‘Back To Hell’, acesse um dos links abaixo:
Spotify: https://goo.gl/wo7JZw
Deezer: https://goo.gl/xwhQQ7
iTunes: https://goo.gl/pqG4df

Site relacionado: www.valvera.com.br

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